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Ajeitando uma solteira na balada pro meu marido

Meu nome é Janaína (todos nomes trocados), tenho 32 anos, sou aqui do Rio de Janeiro, e olha, vou contar uma história que rolou comigo faz umas semanas e que ainda me deixa toda arrepiada só de lembrar. Eu sou uma mulher bem normalzinha, sabe? Trabalho, adoro uma caminhada na praia pra relaxar, e meu marido, o Edson, é o cara mais tranquilo e gato que eu conheço.
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Relatos anônimos de cuckqueans na internet

Aqui vai uma compilação de relatos anônimos sobre experiências de cuckqueans encontrados na internet. A maioria vem de fóruns como Reddit, blogs e sites de contos eróticos, onde os usuários postam de forma anônima.

Sou Corninha Com Muito Orgulho!

Eu sei que parece mentira, mas a minha vida é um episódio de *O Rei do Gado* misturado com *Sexo e as Cidade* escrito por José de Alencar se ele tivesse assistido muito *Brasil Paralelo*. Meu nome é Clara, tenho 37 anos, sou professora de literatura num colégio particular de Campinas, e o meu maior tesão é ver o meu marido comer a namoradinha dele na minha frente. Choraminga, pode. Eu já ouvi tudo: cuckquean, corninh@ moderna, maluca que precisa de terapia. Mas quem me conhece sabe que sou a mais sã de nós três.

Corna descobrindo que gosta de apanhar

Meu nome é Milena, e olha, eu ainda fico vermelha só de pensar em contar isso tudo. Sou daquelas mulheres que preferem ficar quietinhas, observando o mundo girar enquanto eu cuido da minha vida certinha. Tenho 28 anos, moro sozinha num apê pequeno em Pinheiros, aqui em São Paulo, e trabalho como...uma faz tudo numa agência modesta. Meu dia a dia é previsível: café da manhã com torrada e chá, metrô lotado, horas no computador criando logos e banners, e à noite, um livro ou uma série pra relaxar. Meu corpo é normalzinho magra, 1,65, 53 kg com curvas suaves, peitos pequenos que cabem na mão, bunda redondinha de quem caminha bastante, pele clara com algumas sardas no nariz, e cabelos castanhos cacheados que eu vivo prendendo num coque bagunçado. Olhos verdes, herança da família, e um sorriso tímido que só aparece quando eu me sinto à vontade. Eu nunca fui de aventuras, sabe? Relacionamentos sempre foram sérios, com caras que me tratavam bem, mas nada que me tirasse o fôlego. Até o Marcelo...

Gosto de ver vídeos do meu marido transando com outra

Gosto de ver vídeos do meu marido transando com outra’: conheça as cuckqueans, que têm fetiche em ser ‘traídas’ pelos parceiros  Se para umas o ciúme é motivo de crise conjugal, para outras é combustível para sentir ainda mais tesão. Marie Claire ouviu as experiências de três mulheres que curtem ser “cornas” e mostra como essas relações funcionam: ‘Sou cuckquean porque gosto, não porque meu casamento não vai bem‘. 

Fantasia de Corna (conto com foto)

Meu nome é Renata (nome fictício mesmo, vai que né), 34 anos, e eu precisava desabafar isso aqui porque já tava entalado há meses. Não sou de ficar escrevendo textão, mas quando o negócio é bom a gente quer gritar pro mundo, né? Então lá vai.

Conhecendo a Esposa do Meu Amante

Oi, gente. Meu nome é "Gabriela", mas vou usar Gabi. Tenho 37 anos, moro em Santa Catarina, sou alta e magra, com cabelos compridos e ondulados num tom de castanho claro que pega sol e fica dourado nas pontas. Meus olhos são castanhos claro. Sou solteira, moro sozinha num apartamento aconchegante, e adoro explorar o lado mais liberal da vida. Não sou do tipo que se joga em qualquer aventura, mas quando algo me intriga, eu vou fundo. Foi assim que conheci André e Amanda.

A noite em que conheci uma corna na Asha Club

Aquela noite começou como tantas outras. Eu e Adriano, meu parceiro e cúmplice de aventuras, decidimos ir à Asha Club, no Rio, nosso refúgio de liberdade e desejo. Já conhecíamos bem o ambiente, as luzes suaves, o som pulsando na medida certa e aquele ar de mistério no ar.

Comi a amiga da minha esposa com ela assistindo

Iria ter um show que eu e minha esposa queríamos ir muito numa cidade vizinha, ia ser tipo uma feira agropecuária, naqueles parques de exposição gigante, a festa iria ser grande, embora fosse numa cidade pequena.

A vida de uma cuckquean paulistana

Sou julgada por todos, mas não me importo: ela sente prazer em ser traída Matéria original clique   aqui. Elas sentem prazer ao ver, ouvir ou até imaginar seus parceiros com outras mulheres. Muitas, inclusive, se excitam ao serem chamadas de "cornas" durante o ato, tudo de forma explícita e consensual.

A amiga safada do aplicativo

A pandemia abriu um pouco mais nossos horizontes, eu e minha esposa estávamos confinados, mas sempre safadinhos. Nos provocávamos com diversas fantasias e uma delas era minha mulher me ver com outra. Sugeri então que baixássemos um aplicativo de relacionamento. Assim o fizemos.

Ela estava louca pra me ver fodendo outra buceta!

Eu e minha esposa estamos casados há mais de quinze anos e, recentemente, resolvemos abrir nosso relacionamento. Ela sempre sonhava em me ver metendo em outra mulher, e eu, claro, tava a fim de experimentar.

Quando o ciumes virou tesão: minha fantasia cuckquean com uma mulata

Era uma noite comum de quinta-feira, daquelas em que o cansaço do dia se mistura com o desejo de algo simples, como um jantar caseiro e um filme no sofá. Eu, Juliana, deitei a cabeça no ombro de Alberto enquanto ele mexia no celular, rindo de alguma mensagem do trabalho. Fazia cinco anos que morávamos juntos em nosso apartamento pequeno, mas aconchegante, no centro da cidade. Eu, loira, com cabelos que caíam em ondas suaves até os ombros, pele clara e um corpo delicado. Ele, branco como eu, com olhos castanhos profundos, barba sempre bem aparada e um lindo sorriso. Éramos um casal comum, ou pelo menos era o que eu pensava até aqueles pensamentos começarem a invadir minha mente.

Meu marido, eu e uma garota de programa

O sexo entre meu marido e eu sempre foi fantástico e, depois de alguns anos de casamento, criamos uma cumplicidade que nos permitiu falar abertamente sobre as fantasias de cada um. Depois de uma transa, meu marido falou que tinha vontade de me ver transando com outra mulher.

Uruguaia tomou meu marido em Búzios

Eu me chamo Andréia, tenho 46 anos, e meu marido Paulo tem 50. Estamos casados há 25 anos, e apesar do tempo, ainda nos olhamos com desejo. Eu cuido de mim, faço exercícios em casa mesmo três vezes por semana, e Paulo mantém o corpo em forma com corridas na praia. Não somos daqueles casais que perderam o fogo; pelo contrário, sempre fomos abertos a falar sobre nossas fantasias. Há un um ano, começamos a conversar sobre apimentar as coisas, sabe? Nada forçado, mas algo que trouxesse um novo ar ao nosso casamento. Falávamos sobre envolver uma terceira pessoa, especificamente uma mulher, porque eu sempre senti uma curiosidade que me excitava. Paulo ria no começo, achando que era só conversa de travesseiro, mas aos poucos ele se abriu para a ideia. "Se for pra gente experimentar, que seja juntos, né?", ele dizia, com aquele sorriso malicioso que me derrete.