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O After que mudou tudo: quando minha namorada quis me ver com outra

Depois que pedi Ana em namoro, tudo ficou muito mais colorido. Comecei a ter mais foco no trabalho, voltei para as aulas de inglês, intensifiquei meus treinos e tenho expandido meus conhecimentos para diversos investimentos. Eu e Ana temos um sonho em comum: casar cedo. Desde que descobri que ela também tem esse desejo, tenho buscado mais oportunidades de investir e guardar dinheiro para tornar tudo isso possível. Vocês podem estar perguntando: “Tá bem, mas o que isso tem a ver com o conto?” Bom, deixa que eu te explico.

Eu sou um homem que ODEIA a história de “dividir” alguém. Tenho muito ciúme e não sinto tesão ou desejo de ver minha mulher se exibindo, transando ou ficando com outro cara. Ela atrair olhares me deixa incomodado, e eu acho isso normal. Mas ela não acha. Eu sempre tentei ser aberto para escutá-la e realizar todas as suas vontades e desejos. Afinal, mulher que tem tudo que precisa em casa, normalmente não busca isso na rua.

Fizemos diversas coisas que eram fetiches dela: transar no carro em uma rua movimentada (à noite), transar em todos os lugares possíveis da casa dela, fantasias, ser completamente dominada e o que ela mais gosta: brincar com os pés. Eu já confessei que tenho uma leve queda por pés, mas nada absurdo. Eu amo os pezinhos dela porque são delicados e estão sempre bem cuidados. Sempre gostei de beijá-los, ganhar uma punhetinha, e até enfiar seus dedinhos na minha boca enquanto fodia ela com força. Mas, um dia, ela me confessou algo que eu achei meio esquisito.

Eu gosto muito de ir em festas e shows, gosto de tomar uns drinks e ficar muito louco vendo o show do DJ Blakes, DJ Arana etc. E ela também gosta. Há algum tempo, fomos a um show e estávamos curtindo muito junto com nossos amigos. Eu já estava bem bêbado e ela também. E é normal que o tesão fique cada vez maior enquanto estamos bebendo e nos esfregando. Mas eu não sabia que chegaria nesse ponto.

No dia da festa, ela pediu para escolher minha roupa. Não vi problemas. Ela escolheu uma blusa estilo “social”, só que de manga curta. Uma blusa branca que eu havia usado numa festa fantasia, com sangue falso, e ela disse que eu fiquei gostoso nela. Escolheu um shorts, um relógio, um tênis e um perfume doce. Nós nos arrumamos e fomos para a festa.

Lá dentro da casa de show estava muito quente. Ela sempre disse que a parte que mais a deixa com tesão é meu abdômen. Eu me gabo, sim, mas ele é realmente bem definido e seco. Depois que descobri que ela amava, me empenhei ainda mais nos treinos e na alimentação durante a semana, o que acaba deixando ainda mais marcado. Eu estava suando muito, mas não queria desabotoar minha blusa por respeito a ela.

Nem precisei dizer nada, ela me puxou e sussurrou no meu ouvido:
— Tá muito calor, abre um pouco sua blusa, você tá suando.

Respondi:
— Não precisa, amor, eu tô bem assim.

Ela retrucou:
— Deixa de ser besta, eu estou aqui, eu não ligo. Aliás, eu gosto de olhar pra você assim, me dá tesão.

E abriu alguns botões da minha blusa, não o suficiente pra deixar minha barriga à mostra, mas deixou meu peitoral bem exposto.

Nessas festas, as meninas e os homens não têm muita noção depois de bêbados. Certo momento, minha namorada foi ao banheiro e eu fiquei com meus amigos no canto esperando, bebendo meu copo e curtindo o som. Percebi alguns olhares de umas meninas que estavam na nossa frente e fiquei meio desconfortável. Fechei um pouco mais minha blusa e continuei conversando com meu amigo tranquilamente. Quando Ana voltou, me senti na obrigação de contar.

Esperei que ela ficasse brava ou com ciúme, mas ela pareceu gostar da situação. Desabotoou minha camisa por completo e disse no meu ouvido:
— Deixa elas olharem. No final, sou eu que você vai comer gostoso.

Deu um sorriso safado e me beijou com intensidade.

Depois disso, a atitude dela mudou completamente. Passava a mão na minha barriga, tirava a blusa da frente toda hora e olhava a todo momento pra ver se as meninas estavam olhando. E o pior: algumas estavam. Não sei se foi a bebida, mas uma delas tomou coragem e veio até nós perguntando se namorávamos. Ana não me deixou responder:
— Sim, amor, ele é só meu.

A garota, completamente bêbada, disse:
— Poxa, que pena, minhas amigas acharam ele um gato, mas vou avisar elas então.

Minha gata respondeu:
— Ele é muito gostoso mesmo, fala que elas podem olhar, mas só isso.

O resto da noite não teve nada demais. A festa acabava cedo, cerca de 1:30 da manhã, e nossos amigos tinham combinado de fazer um after na casa de um colega. Os pais estavam viajando e seria tranquilo dormir por lá mesmo. Enquanto estávamos esperando o Uber, esse mesmo grupinho parou do nosso lado. As meninas ficaram descaradamente olhando pra minha barriga. Eu tentei me cobrir, mas Ana não deixou. Ela me puxou, me beijou, arranhou minha barriga inteira e abriu ainda mais minha camisa, pra deixar bem exposto mesmo. Eu estava começando a gostar e ficar excitado, e parece que ela percebeu.

Ela me pediu um minuto e foi até as meninas. Vi elas rindo e conversando por uns minutos. Eu queria ir até lá, mas não consegui. Fiquei esperando que Ana voltasse. Pra minha surpresa, ela voltou de mãos dadas com uma delas — a morena baixinha de cropped justo, que vinha com o sorriso tímido no rosto.

Quando chegaram perto de mim, Ana falou baixo, quase mordendo as palavras:
— Amor… vamos subir só nós três.

Eu travei. Mas o olhar dela queimava. Ela me beijou, apertou meu pau por cima da bermuda e completou:
— Só eu e você sabemos. Mas eu quero assistir.

A menina olhou de canto, meio nervosa, mas Ana passou confiança:
— Vem com a gente.

subimos discretamente para um dos quartos. Ana se jogou na cadeira que ficava no canto, cruzou as pernas e ficou olhando. 

Ela se abriu na cadeira, mão dentro do shortinho, e comandou:
— Amor, hj vc pode se divertir. HJ eu autorizo e quero. Beija ela… deixa eu ver como você toca outra mulher.

Começamos a nos beijar inicialmente nervosos mas foi ficando intenso.

Deitei a garota na cama e comecei a despir ela devagar, como quem estica o prazer. Cada peça arrancada fazia Ana gemer como se fosse nela. Quando puxei a calcinha e abri suas pernas, percebi o quanto já estava molhada. Ana suspirou fundo, a mão já perdida dentro do shortinho.

— Amor… — ela arfava, os olhos fixos em mim. — Quero ver você com ela de verdade…

A morena sorriu tímida, mas logo se ajoelhou na cama, entre minhas pernas, e começou a abrir meu zíper. Meu pau já estava duro, latejando. Ela me olhou nos olhos antes de enfiá-lo na boca, devorando com vontade.

O som da boquete enchia o quarto, aquele barulho molhado e obsceno que me deixou ainda mais excitado. Ana abriu as pernas na cadeira, se tocando com força, gemendo alto só de ver.

— Isso, amor… deixa ela te chupar… mostra pra mim como você fica gostoso na boca dela…

A garota engolia cada vez mais fundo, a língua rodando na glande, a mão acelerando na base. Eu gemia, olhando para Ana, que parecia à beira do orgasmo só de assistir.

Me debrucei entre as pernas da garota e lambi lentamente sua boceta, só pra provocar. O gemido dela ecoou pelo quarto, e Ana gemeu junto, enfiando dois dedos com força em si mesma.

Não aguentei muito. Segurei a cabeça da garota, guiei os movimentos, e quando senti que ia gozar, puxei e joguei ela na cama, entrando nela de uma vez. O grito foi agudo, e Ana gemeu junto, como se fosse ela quem estivesse sendo fodida.

Cada estocada fazia a cama ranger, a garota gemer e Ana tremer na cadeira, com os dedos encharcados dentro da boceta.

— Mais forte, amor… — ela gritava. — Acaba com ela… eu quero ver sua porra nela… quero ver você gozar pensando em mim…

O corpo da menina tremia, arranhando minhas costas, gemendo alto, perdida no prazer. Eu metia fundo, rápido, cada vez mais perto do meu limite.

E quando não resisti, enfiei até o fim e gozei forte dentro dela, gritando:

— Anaaa!

Minha namorada gozou junto, a mão grudada no clitóris, as pernas tremendo, os olhos fixos em mim.

Naquele instante, eu entendi: não era sobre me dividir, era sobre ela me exibir. Sobre ver que, mesmo na boca ou na boceta de outra, era o nome dela que eu gritava, era pra ela que meu olhar corria.

Naquela noite, atravessamos um limite. Mas não nos afastou. Pelo contrário: nos uniu ainda mais  e nos deu segredos que só nós dois sabemos carregar.

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